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sexta-feira, 2 de maio de 2014

#Somostodosmacacos?

A gente não podia deixar de falar sobre a polêmica que vem se dissipando pelas redes sociais, televisão, jornais, rádios e especialmente na boca de todos, a campanha #somostodosmacacos, que teve início em um jogo de futebol na Espanha, onde Daniel Alves, um dos representantes brasileiros do Barça, comeu uma banana que jogaram em campo antes de cobrar um escanteio. O texto é meio longo, mas vale ser lido.


Neymar, seu companheiro de clube, que não estava jogando, imediatamente publicou uma foto sua com uma banana e a conhecida hashtag que já mencionamos acima. Claro que o negócio popularizou rapidamente, várias celebridades aderiram ao apelo contra o racismo e logo anônimos também começaram a se manifestar.


Acontece que tudo isso foi uma ação brilhante orquestrada por uma agência de publicidade, a Loducca, revelada pelo Meio & Mensagem. Semanas atrás, incomodados com o fato de Neymar estar sofrendo preconceito, assim como outros jogadores negros (não só na Espanha, mas no Brasil e em outros países), o jogador e seu pai procuraram a agência pedindo ajuda. Tudo estava programado, mas quem seria o centro da ação era o próprio Neymar.


Luciano Huck aproveitou o momento para lançar em seu site, uma camiseta da Reserva Huck, sua marca, com uma banana e a hashtag por R$ 69,90. Começaram então as revoltas, e logo a crítica recaiu: se tem agência por trás a iniciativa não é válida. Tudo foi combinado. A Loducca só queria aparecer...
Mas será que ter uma agência como "mente pensante" por trás do movimento invalida o propósito, que é lutra contra o preconceito?

Abaixo, um esclarecimento da própria agência Loducca sobre os fatos decorridos do #somostodosmacacos

Como toda manifestação, o #somostodosmacacos - mesmo atingindo dimensão mundial e provocando uma discussão honesta sobre um tema, infelizmente, mais atual do que gostaríamos - gerou algumas dúvidas sobre ele mesmo, sobre a forma e também sobre a participação de uma empresa de comunicação nele, nós.
Por isso, estamos nos manifestando oficialmente sobre cada um dos principais temas levantados, alguns bastante pertinentes, outros, nem tanto ao nosso ver.
Felizmente a maioria compreendeu a importância e soube ver a maneira irônica e icônica (banana) que foi usada e, por isso mesmo, fez sucesso tão rápida e espontaneamente.

COMO NASCEU O #somostodosmacacos. FATOS.
Segundo o Daniel Alves em entrevista para a revista Placar após o incidente no jogo de 29/3, no jogo contra o Espanyol, onde alguns “torcedores” jogaram bananas no campo para os jogadores brasileiros do Barcelona, mas que tanto o Neymar Jr. quanto o Daniel Alves, não viram na hora só tendo conhecimento do que aconteceu, mais tarde, pela imprensa.
Quando souberam, ainda segundo Daniel Alves, Neymar teria comentado em tom de brincadeira que, “se tivesse visto a banana, teria comido”.
Na volta para Barcelona, depois da derrota para o Granada, torcedores imitaram macacos quando Neymar Jr. estava chegando ao Camp Nou. Nesse momento, Neymar Jr., sabendo da responsabilidade mundial que tem, quis se manifestar contra o racismo e nos pediu, junto com Sr. Neymar e Eduardo Musa, que pensássemos em algo que pudesse ser feito nas redes sociais.
Por que nós? Há anos a Loducca orienta parte das ações de comunicação do Neymar Jr., do Instituto Neymar Jr., etc. O natural seria conversar conosco.
Nos pareceu (e ainda nos parece) que fazer algo bem-humorado, irônico e que ridicularizasse as atitudes racistas teria maior capacidade de levantar a discussão, seria mais eficiente em tocar o coração das pessoas do que algo que reclamasse, chorasse ou ficasse tentando reforçar um papel de vítima (caminhos que já foram seguidos em momentos diferentes, têm seus méritos, mas que não tiveram a mesma repercussão). Ainda mais para uma pessoa com a personalidade alegre, brilhante e divertida como a do Neymar Jr. Tinha que ser algo como ele.
O que fizemos? Criamos a hashtag “somos todos macacos” e a ideia de “mandar uma banana” para todos os racistas através de uma foto do Neymar comendo uma banana. E também um vídeo onde explicamos a manifestação do Neymar Jr.
Então aconteceu de jogarem a banana para o Daniel Alves no jogo do Barcelona contra o Villareal, dia 27/4 , que imediatamente “ traçou a banana”.
Poucos devem duvidar que era o momento correto para iniciarmos o movimento que o Neymar Jr. queria, independentemente de ter acontecido com ele ou com o Daniel Alves.
Imediatamente Neymar Jr., que estava com seu filho naquele momento, bateu a foto (a que ficou conhecida mundialmente) e postou no twitter. Logo após o vídeo.
Qual seria o erro do Neymar Jr. fazer uma manifestação pública pensada e de maneira profissional? Ainda não conseguimos descobrir.
Saber colocar um pensamento, uma ideia, no momento mais adequado e propício para que ele tenha um impacto maior e melhor é oportunismo? Desde quando?

"#somostodosmacacos É RACISTA"
Colocado como foi, ironicamente, na situação (logo após a maravilhosa atitude do Daniel Alves), a hashtag, mais a imagem de Neymar com seu filho, não chama os negros de macacos, mas LEMBRA OU ALERTA AOS BRANCOS que somos todos iguais, vindos “do mesmo macaco”.
Este é um fato científico provado e comprovado (salvo alguns fanáticos que ainda questionam Darwin), não uma opinião.
Achamos que isso fica bastante claro no post do Neymar Jr. com o seu filho e no vídeo que fizemos para esclarecer as motivações e intenções do movimento.
Achamos 100% válido quem questiona se a hashtag do movimento é a melhor ou não para alertar as pessoas contra o racismo (alguns acham que deveria ser #somostodoshumanos).

Respeitamos e estamos abertos a discutir, ouvir e aprender.
Mas nos parece desinformação, má-fé ou algo pior quando alguns querem tentar dizer que estamos chamando exclusivamente os negros de macacos: somos todos macacos!

"SE TEM AGÊNCIA DE PROPAGANDA, NÃO DEVE SER COISA BOA, NÃO VALE"
O que é isso além de puro preconceito?
O que é isso além de “atirar” bananas nos profissionais de comunicação, em sua esmagadora maioria são sérios, engajados pessoal ou profissionalmente em causas importantes?
Engenheiros, médicos, jornalistas, TODOS podem querer usar seu expertise por um mundo melhor, menos os publicitários?! Faz sentido isso?

"A AGÊNCIA SE APROVEITOU PARA APARECER OU, AO CONTRÁRIO, ESTAVA ESCONDENDO QUE TINHA PARTICIPAÇÃO"
A agência não tinha nenhuma intenção de assumir a paternidade da ação, já que a causa era e é infinitamente maior do que isso.
E também não tivemos nenhuma restrição em assumir nossa participação quando o repórter do Meio & Mensagem nos procurou dizendo que tinha informações de que nós havíamos participado.
Não havia do que se aproveitar, nem a esconder.

SOBRE AS CAMISETAS
Temos total desconhecimento sobre como e por que as camisetas foram criadas e postas à venda no site da loja da “Use Huck”, parceria da grife Reserva com Luciano Huck.
Não partiu da agência e não temos como esclarecer este assunto.

E você, pensa o que a respeito do movimento? É contra ou a favor? Acha que deveria se chamar #somostodosmanipulados? Ou também entrou na onda e postou uma foto comendo uma banana?
Mas é interessante ver o poder de uma ideia, especialmente se bem orquestrada, como foi essa. Vale a reflexão.

terça-feira, 19 de março de 2013

Teste super importante

A diversão dessa semana é o site da Oreo, aquela bolacha (ou bishcoito, como dizem os cariocash) gostosa que tem público dividido entre adoradores da casquinha e amantes do recheio.


super-important-test



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Eternas são as nuvens- Wecloud

O texto de hoje não é exatamente a cara do blog, mas o sucesso é tão estrondoso que eu não poderia deixar de publicar aqui. Além de ser um texto lindo, muito bem escrito e bastante realista, o link é super válido: ele saiu no site da Lola e é recorde de comentários nas redes sociais.

ETERNAS SÃO AS NUVENS

Para onde vai tudo que se vive? Para onde vai a mágica de certos instantes? A comunhão que se viveu, a cumplicidade de dividir tempo, espaço, experiências inaugurais? Para onde vão o carinho, a parceria, a entrega? Para onde vai o conhecimento, pessoal e intransferível, que se tinha do outro? 
Para onde vai o que só vocês viram e experimentaram: o nascimento de um 
filho, a morte de um amigo, a notícia daquele emprego, o assalto, a compra da 
casa, o diagnóstico ameaçador, a noite no acampamento, aquele show em Londres? 
Para onde vai a consciência que você tinha, de, com apenas um olhar, saber se ele estava feliz, deprimido ou ansioso? Para onde vai a absoluta intimidade que se teve com o outro?
Acredito que isso tudo fica em algum lugar interno, como um site, uma espécie de nuvem onde armazenamos tudo o que vivemos. Tão reais e etéreos como o iCloud, temos os nossos weClouds, que podemos acessar ou que nos acessa, algo que fica preservado, e que, mais do que nos fazer lembrar coisas, nos acolhe e ratifica. O weCloud guarda o essencial, o que ficou depois da ruptura, da tempestade, o rescaldo de um tempo, um a dois permanente, que sobrevive aos acordos rompidos, às bênçãos desfeitas, às juras esquecidas. No weCloud, ficam o sumo, o substrato, a força do projeto um dia compartilhado. No weCloud, ficam o afeto espontâneo, o registro das intenções sinceras, da vontade de acertar e de tudo o que foi verdadeiro.

Os relacionamentos podem acabar, mas não o vivido. Não se trata de memória, nem de “detalhes tão pequenos de nós dois”. Não se trata de viver no passado, nem de não aceitar os fatos. Não se trata de sublimar dores e porradas ou se refugiar num mundo alegrinho de autoajuda e negação. Não se trata de dourar a pílula e contar para si uma história diferente. Trata-se de vida bem vivida que não pode nem deve ser perdida. Tudo o que vivemos e sentimos vira acervo, fonte, ferramenta; é nosso para sempre.

Quando estamos com alguém, somos, em alguma instância, uma pessoa única, que só aquele companheiro conhece. Maria é para João uma Maria que ela nunca será para Pedro, que é um Pedro para Maria, que nunca será o mesmo para Ana. Maria poderá ser muito mais feliz com Pedro do que com João, mas ela terá sempre sido a Maria do João e haverá sempre um lugar onde Maria e João se reconhecerão, mesmo que nunca mais se encontrem.

Somos o que vivemos, e não podemos abrir mão disso. É fundamental que cuidemos da nossa história, que saibamos acolher nossas experiências com generosidade e entendamos que certas vivências, emoções e descobertas foram únicas e estarão sempre produzindo algum efeito em nós.
Todo fim de relacionamento pede tempo. Tempo para o luto, para a saudade, para a cura, para o distanciamento, para a neutralidade, para o recomeço. Existe um caminho a percorrer que vai do fundo do poço ao fórum, do desespero ao terapeuta, da perplexidade à aceitação, do abandono à libertação. Há que fazer faxinas: roupas, livros, fotos, palavras mal ditas, mágoas, decepções. Há que separar papéis, propriedades, planos, sonhos. Há que separar, acima de tudo, o trigo do joio, o passado do futuro, o extinto do eterno. Há que guardar as coisas que não cabem em malas nem cofres, aquilo que não se quantifica nem se elenca em formais de partilha e declarações de renda. Há que “amar o perdido”.
 
Só quem tem passado tem futuro. Escolher a bagagem que se carrega é decisivo para seguir adiante. Entre fardo e combustível, asas e correntes, você decide. Entre salvar e deletar, você decide. Conjugar sem medo o pretérito imperfeito para viver o futuro do presente.

Depois de um tempo, as dores passam... Sim, elas se cansam de nós e, se somos saudáveis, nos cansamos delas também, seguimos em frente, voltamos para nós mesmas, dispensando o que não nos serve mais, garimpando minúsculas preciosidades, recolhendo luminosidades, cheias de preguiça de sofrer, prontas para recomeçar, de novo, mais uma vez. Um belo dia você se pega pensando naquele “nós”, que deixou de existir, sem a fisgada de saudade, nem ressentimento, nem raiva. Você pensa com serenidade. Você pensa não mais no “ex”, mas no companheiro de vida: sai o “ex”, fica o amigo.

É quando você o abraça no velório do pai e sabe como ele está se sentindo e ele também sabe que você sabe como ele se sente, e isso é muito íntimo e confortante e está lá, na tal nuvem, para sempre.
É quando você recupera em DVD seus filmes em Super 8 e fitas em VHS, com todas as fases e faces queridas da sua vida, e faz uma cópia para ele, porque sabe que aquilo tudo é parte da vida dele também, e você se sente grata por compartilhar.

É quando você recebe um presente sem cartão: um disco de vinil de um show que você foi com um certo namorado. Pronto, lá está o para sempre: os anos 70, a avidez de descortinar o mundo, a larica, a revolução, o incrível mundo das primeiras vezes, compartilhado com entrega e inocência. O cartão é desnecessário, pois só você e ele sabem quem vocês eram naquele dia-tempo e o que significou estar ali naquele concerto de rock.

É quando você encontra numa caixa esquecida rolhas de champanhe e sementes de romã, que fazem você lembrar quem você era e como você se sentia quando estava totalmente apaixonada por aquele cara na Itália.

É quando você escreve um livro sobre maternidade e manda em primeira mão para o pai dos seus filhos, porque ninguém mais do que ele sabe como você ficava quando estava grávida, pois só ele viu seu estado de graça e, talvez, antes mesmo de você, ele viu você virar mãe.

Lá estão vocês, no weCloud, sócios de experiências transformadoras, parceiros de sonhos, realizados ou não, amigos que cresceram juntos, cúmplices dos pequenos crimes contra o amor, vítimas dos mesmos desgastes da convivência, ungidos por bênçãos comuns, coautores e personagens do mesmo livro.

Maria não é mais a mesma que foi com João, mas, para ser a Maria que está com Pedro, ela teve que ser a Maria do João, e João, para ser o companheiro de Ana, teve que ser antes o de Maria. Somos o que nascemos e o que escolhemos viver, somos o que ganhamos, o que perdemos, o que boicotamos e o que nunca alcançamos.
 
É muito libertador fazer as pazes com nossa história. Do que nos serve ter rombos na linha do tempo? Negar, bloquear, tornar inacessíveis as lembranças, impossibilitar um resgate saudável do vivido? Do que nos serve chamar ex-companheiros de falecidos ou equívocos? É injusto conosco. É empobrecedor. Temos essa mania de achar que só o que dura para sempre é um sucesso. Durabilidade nunca foi sinônimo de segurança, assim como o efêmero não é sinônimo de fracasso. Uma jaula é segura e nem por isso um lugar feliz, da mesma forma que viagens são fugacidades maravilhosas que se perpetuam dentro de nós. Nenhuma história é vã. Nada é. Nossa alma-memória, aquela que nos identifica, define e referencia, é como uma colcha de retalhos; alguns retalhos são mais bonitos que outros, mas todos são necessários.

“Amar o perdido deixa confundido o coração” (Drummond) porque é amar o intangível, o que, não sendo mais, ainda resiste, insiste e ressignifica o que antes tinha outro nome e valor. Amar o perdido é reconhecer que muito tempo, energia e as melhores intenções foram investidas, empenhadas e depositadas numa relação, num incrível voto de confiança no outro e na Vida. Sim, mesmo os grandes erros e as falências retumbantes têm histórias comoventes e belas. Amar o perdido é entender que nada se perde.

Amar o perdido só é possível quando você volta para a casa dentro de você. Melhor que dar a volta por cima, é voltar para si mesma. Nessa hora você se sabe inteira, apaziguada, de bem com sua história. Aí, você entende o weCloud e lembra de Quintana dizendo: “eternas são as nuvens”, e você se comove com a certeza de que um certo “para sempre” existirá, pois “as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão” (CDA).

É isso, não fica o que é lindo. Fica o que finda. Fica de um jeito real. Não fica lindo só porque finda. Fica, porque finda, e, quando finda, fica o que foi de verdade, o que nunca finda.
As coisas findas ficam. Perdidas, talvez, mas para sempre nossas. Eternas, como só as nuvens podem ser.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Investimentos em publicidade no Brasil- Janeiro a junho de 2012

Uma séria de pesquisas realizadas pela Nielsen revelou que o investimento em publicidade continua crescendo em vários segmentos, e as companhias telefônicas são o grande destaque, investindo mais que no primeiro semestre de 2011.


O investimento global das empresas de telecom apresentou alta de 7,9%, entre os segmentos e conquistou seu recorde na América Latina, com crescimento de de 32,5. O setor automotivo também se destaca aumentando seu investimento em 6,3% no primeiro semestre. Já entre a lista daqueles que sofreram baixa estão o de Cuidados pessoais (-1,2%), o de Indústria e serviços (-1,4%) e o de Bens duráveis (-4,4%)

Agora você vai saber qual a participação no investimento em propaganda de cada segmento:

Bens de consumo: 24,6%
Entretenimento: 11,9%
Indústria e serviços: 11%
Cuidados pessoais: 10,1%
Automotivo: 8,2%
Mídia: 7,6%
Telecomunições: 5,6%
Mercado financeiro: 5,4%
Canais de distribuição: 5,2%
Bens duráveis: 4,9%
Roupas e Acessórios: 3,3%


E abaixo, o crescimento perante o período anterior (1º sem 2011 x 1º sem 2012) de cada um dos 10 principais setores em cada grupo:

Telecomunicações: +7,9%
Automotivo: +6,3%
Entretenimento: +5,0%
Mídia: +4,9%
Canais de distribuição: +4.9%
Mercado financeiro: +4,5%
Bens de consumo: +4,3%
Roupas e acessórios: +2,8%
Cuidados pessoais: -1,2%
Indústria e serviços: -1,4%
Bens duráveis: -4,4%

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Criatividade em prol da saúde

Alguém aí não gosta de gente criativa? 

Eu aposto que não existe ningupem assim. Todo mundo gosta de ser surpreendido, de ver algo novo, diferente, que desperte atenção.

E já que na semana passada falamos do Guia de Nutrição da Men's Health, hoje vamos falar sobre duas ações pra lá de interessantes que estão dando o que falar e levando muita gente para as academias.

A primeira é uma ação de divulgação de uma academia de Amsterdam, na Holanda. Cruel, mas é um belo tapa na cara. Foram instaladas balanças digitais nos pontos de ônibus. Sentou, pesou.
Quem não quer enfrentar a realidade tem que ficar em pé.



E a outra ação é da Reebok, em Santiago, capital do Chile. Os passageiros das linhas 1, 2, 4 e 5 do metrô agora podem segurar uma barra com anilhas dentro dos trens. Tudo de mentitinha, mas o efeito é sensacional.

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Legal né?

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

M de mulher bombando


Nós já falamos muuuuuuitooooo aqui sobre o Mdemulher. Sem dúvida é o melhor canal pra falar diretamente com o público feminino.

Duvida?

Ele acabou de bater mais um recorde histórico de audiência, alcançando a marca de 214 milhões de page views e 22 milhões de unique visitors em julho. Você tem noção do tamanho desse portal?

Seu crescimento foi de 136% em PV e 119% em UV em relação ao mês de julho de 2011. E como se isso fosse pouco, o mobile site ultrapassou a marca de 1 milhão de page views.

Se sua marca ainda não está no Mdemulher, corra. O inventário tá bombando, a mulherada tá acessando mais e mais. Pelo visto só falta você mesmo.










sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dia dos pais- prepare o lenço

Todo o mundo celebra o dia dos pais. Esses caras tão importantes são os responsáveis por fazer a nossa vida um tantão melhor, um bocadão mais divertida e muito mais responsável. É para o colo deles que nós corremos quando algo está errado, são os conselhos deles que ouvimos quando nada parece funcionar. Nossos pais dão a vida por nós, e nós só podemos agradecer sendo imensamente gratos por tudo.

Algumas marcas sabem tocar o coração de pais e filhos, outras retratam a convivência familiar de forme mais leve, mas a presença da emoção é quase certa em todas as propagandas. E os pais ganham a cena nessa data tão especial saindo daquele estereótipo Homer Simpson e entrando no pai que participa mais ativamente da vida dos filhos, da sua educação, das brincadeiras, do dever de casa, da troca de fraldas.

Aqui vão os melhores comerciais de todos os tempos sobre pais.
Pra emocionar e despertar esse amor.

Dear Sophie
O Google mostra a infinidade de ferramentas disponíveis através de um pai que registra tudo o que acontece na vida da sua filha. Pra chorar.
 
 
Dad 
A Volkswagen sabe como falar com seu público, e olha que esse público é dividido em muitas tribos. Mas a VW sabe também bem que todos tem um pai e esse amor recíproco é evidente em cada frame desse filme, do nascimento ao dia que a filha sai de casa.



Dad’s Love 
A Sprite dá o tom divertido da sua comunicação mostrando tudo que um pai é capaz de fazer para entreter seus filhos, sem se impotar com qualquer opinião.



Baby Driver 
A Subaru mostra mais do mesmo, a clássica visão de um pai sobre sua filha, mas de uma maneira absolutamente genial.Prepare seu coração, a simplicidade desse comercial rendeu até uma indicação ao Emmy 2010.

 

Fast 
Esse comercial da Volkswagen mostra a mudança de valores na vida de um homem depois que ele se torna pai. Um comercial escolhido a dedo para recolher a nuvem de lágrimas que tá formada aí nos seus olhos nesse momento.








sexta-feira, 29 de junho de 2012

SHOW (room) GRM- parte 2- MARIA.VALENTINA

Falando de Maria.Valentina

Pessoal, essa mulher está surpreendendo. É bonito ver como a marca ganha mais força a cada coleção, cresce no segmento e desponta no mercado.

Para a próxima temporada, a inspiração foi a sensualidade natural da mulher brasileira com pitadas da vibe setentista. Modelagens com shapes fluidos e levemente marcados no corpo, com cintura definida por cintos e amarrações, dão o toque sensual. Decotes e fendas acentuam as características femininas em tecidos naturais como o linho, algodão, rendas, organza e musseline, usando a transparência como aliada.
O tricô também marca presença, com destaque para a saia longa artesanal e o colete com aplicação de franja de seda. As sarjas ganham acabamento em resinas metalizadas em ouro velho e cobre; e para um aspecto mais refinado são misturadas com o linho da alfaiataria.
Como grandes referências da década de 70, citamos:
- Cores quentes e tons fortes - verde esmeralda, páprica e marinho contrastam com o nude em estampas exclusivas; 
- Bordados em franjas de seda; 
- Detalhes de macramê;
- Taxas de metal sobre couro metalizado
Os jeans vem super democráticos: skinnies, cigarretes, flares, cropped, bermudas, shorts, coletes e saias para todos os tipos de corpo em lavagens variadas, dos tons mais claros aos mais escuros, e também em tingimentos ácqua, amarelo, coral e rosê.

Linda de morrer essa Maria.Valentina. E para deixar você fritar de curiosidade, aí vão algumas fotinhos, mas só do press day. Nas lojas, só em agosto.










E tem só mais uma coisinha que eu preciso postar: "as mina pira" com os novos batons da Maria.Valentina Beauty.
Esses vieram no press kit e são meus, mas logo você vai poder comprar. Por enquanto, pode invejar.

Nude Quartzo / Rosa Turmalina / Laranja Cítrino / Vermelho Jaspe

SHOW (room) GRM- parte 1- ZINCO

Sucesso absoluto! É assim que eu começo o post sobre o lançamento das coleções de primavera verão da Zinco e da Maria.Valentina, duas marcas do Grupo Morena Rosa.

A AtituDe esteve no showroom do GRM (Grupo Morena Rosa) no último dia 27 e pode conferir tudo que vem por aí para mostrar para você, com exclusividade, um pouco das coleções.

Falando de Zinco
A próxima coleção traz a força do movimento Street Style abusando de cores como o azul bic e o laranja. 
No feminino, o animal print continua em alta e o tie dye (saudades!) volta inspirado no folk setentista dividindo espaço com folhagens e rabiscos.
O must have da coleção é a pantalona, mas as saias também são itens que não dá pra viver sem: elas vem com aplicações, plissadas e longas, com fendas e transparências, além da modelagem mullet (parte da frente curtinha e a da trás, longa). Essa assimetria é o ponto chave da estação.
O jeans vem daquele jeito que a gente adora: moderno, detonado, com franjas e lavagens claras. E a sarja ganha tons pastéis, estampas e acabamento metalizado.
Os acessórios carregam no dourado e na inspiração étnica e artesanal, utilizando materiais como cordão de algodão e tecidos rústicos.

A temporada masculina pede uma mistura de estilos, que reinventados mostram a influência tribal. As peças traduzem uma releitura dos movimentos artísticos do século XX, o color block, as formas abstratas e os gráficos distorcidos, para criar movimento e profundidade ao lado de fotografias envelhecidas e muito black 'n white. Nostalgia escancarada.
Os traços e shapes são inspirados nos esportes dos anos 90 e o complemento da coleção se dá com decotes inusitados, como o Y e a manga 3/4. Nas estampas, elementos da natureza e formas geométricas étnicas com degradê e referências de aquarelas. A cartela de cores continua com tons vivos, apecto envelhecido e vintage e as novas apostas são os tons de azul como turquesa, água viva, azul lago; verdes como o nativo e o bandeira; e os queimados, como laranja, ocre e mostarda.
A malharia é só novidade: técnicas super diferenciadas de lavanderia nas t-shirts, como o processo de tingimento Eco, jateados e marmorizados, além dos tecidos como linho, malhas devorê, tricô e maquinetados na camisaria.

E no 1º post da próxima semana, Falando de Maria.Valentina.

Ficou curioso?

Aqui vão algumas fotos do press day Zinco.
Em agosto nas lojas.






















terça-feira, 1 de maio de 2012

Cases de tablet


Para conhecer alguns cases interessantes de IPAD que fizeram a diferença para os anunciantes, acesse do seu tablet http://abr.io/AdsAbril

É só acessar o link pelo tablet e autorizar o download que um aplicativo será instalado, com algumas opções de publicidade que hoje servem de referência.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

P&G homenageia as mães de todo o mundo através das Olimpíadas

Assistam esse vídeo sensacional da Procter & Gamble. Uma homenagem àquelas que tem o trabalho mais dificil do mundo, mas também o mais gratificante, pois é o que se faz com mais amor.

Aproveitar o gancho dos jogos em Londres foi uma grande sacada. Olimpíadas e relação mãe-filho são duas coisas que transbordam emoção e afloram os sentimentos mais profundos e sinceros. Quem oferece isso para seu público oferece mais que produtos. Presenteia com amor. 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Aha- Uhu, a Copa é nossa!

Pessoal, a grande notícia deste post é que a Editora Abril é a nova parceira oficial da FIFA!!!

Pela primeira vez na história, a FIFA fechou um acordo com uma empresa de mídia impressa. Isso significa que a Abril tem o direito de utilizar a logomarca, a taça e o mascote da Copa do Mundo 2014 em diversas plataformas das suas ações e projetos comerciais de 15 títulos da casa, entre os quais VEJA, EXAME e PLACAR. E isso não é tudo, a Editora irá publicar também, com exclusividade, o Guia Oficial da Copa 2014 em português, inglês e espanhol.

Palavras de Thierry Weil, diretor de marketing da FIFA: "Escolhemos a Abril porque além de ser a maior empresa de mídia impressa do país, ela possui outras plataformas midiáticas e consegue, assim, se comunicar com diferentes públicos." Ele sabe o poder que uma empresa de comunicação como a Abril tem de influenciar e divulgar o evento com expertise e direcionamento, já que na última Copa foram produzidas mais de 1.000 matéria sobre o tema.

É bem importante dizer que o acordo não é editorial, então a independência da Abril continua a mesma, garante Jairo Leal, nosso presidente.

E a visibilidade comercial...do Brasil para o Mundo. Aí vamos nós!



quarta-feira, 13 de abril de 2011

Walter Longo

Esta foi a última e a melhor das palestras oferecidas. Walter Longo, pra quem ainda não sabe, é mentor de mentor de Estratégia e Inovação do grupo Newcomm e ficou famoso com o grande público ao lado de Roberto Justus, no Aprendiz, descascando os participantes mais fracos.

O tema de sua palestra foi O Profissional do Futuro e as Novas Formas de Comunicação. E ele apresentou, brilhantemente, que o volume e a velocidade das informações exige algo mais de nós: a exteligência.

"Depois de experimentar a sensação de saber o que quer, na hora e na profundidade que se quer, o cérebro humano nunca mais volta ao tamanho natural."

A exteligência é a cultura acumulada que nos cerca com acesso imediato: Busca externa + raciocínio interno + legado cultural.
Hoje a comunicação é rápida, flexiva, interativa, dinâmica e caótica. 

Assista o vídeo abaixo e diga quantas vezes os jogadores de branco passam a bola...

Conseguiu ver tudo que foi mostrado ao mesmo tempo? É exatamente assim que o nosso cérebro vê o movimento atual da informação. 

É hora de mudar nossa forma de pensar comunicação. Hora de entregar eficiência através de aspiração, lealdade e envolvimento, atingindo a verdadeira sinergia com o cliente.

É também hora de criar uma organização que aprenda, desaprenda e reaprenda mais rápido que a concorrência, e que saiba utilizar de maneira direcionada formas de envolver seu consumidor, como veremos abaixo.

O conceito MVV ("M" de Madison Avenue, rua onde se concentram as principais agências em Nova York; "V" de Vine Street, endereço dos grandes estúdios de TV e cinema em Hollywood; e "V" de Silicon Valley (Vale do Silício), o berço da tecnologia de internet) explica que a partir de uma idéia, pura e sem paradigmas, cria-se uma campanha tendo como base esse tripé: Publicidade, entretenimento e interatividade.

Um exemplo de interação é o site da Ray Ban, que quebra as barreiras entre o digital e a mídia impressa, veja só.

A tecnologia está possibilitando muito mais que uma revolução digital, possibilita uma verdadeira revolução no nosso cérebro. É a era da interdependência, da transmídia, onde é preciso derrubar barreiras e utilizar diversas plataformas de comunicação.

A saber:
Transmídia é a criação de inúmeras ferramentas de acesso e a geração de novos focos de interesse, que são os atuais movimentos da indústria de entretenimento e publicidade. Tudo pensado em termos estratégicos: abordar conteúdos em diversas mídias, gerar interação e envolvimento, impactar o maior número de pessoas das mais variadas formas e, com isso, obter o maior lucro possível.

Visto isso, até dá pra entender que o cliente não sabe o que quer... porque não sabe o que pode querer. A subserviência até facilita a relação inicial, mas inviabiliza sua continuidade. Hoje a concorrência não é entre empresas, mas entre modelos de negócios.
O que você pode oferecer para seu cliente? Onde ele pode chegar? Qual é o limite, se é que ele existe?

Um dos modelos de negócio mais bem sucedidos hoje é o Sistema Colaborativo, como a Wikipedia, onde todos podem falar um pouco sobre algum assunto que tenham domínio.
Existem inumeros sistemas colaborativos de logomarcas, publicidade, fotos, interesses, música, artes e muito mais.

Um dos mais famosos sistemas colaborativos do mundo é o Itunes. São mais de 300 mil aplicativos e 1,2 bilhões de acessos por dia.

Já falamos do futuro da comunicação, agora um pouco sobre o profissional do futuro. Ele é nexialista (termo usado pela 1ª vez na década de 50, no livro "Voyage of the Space Beagle”, de A. E. Van Vogt), ou seja, diferencia-se dos generalistas e dos especialistas por sua maneira de observar, apreender, refletir e concluir. Dono de interesse variado e incansável curiosidade, o nexialista atua como um roteador estratégico na solução de problemas.

O nexialista não aceita o que é normatizado e padronizado e no “por quê?” seu mantra cotidiano. Duvida de tudo o que os outros tem certeza, e tem certeza absoluta de que a solução de qualquer problema não está em receitas prontas, mas em uma abordagem taylor made (sob medida) e sinérgica de múltiplos ingredientes.
É uma pessoa multidisciplinar, com uma visão gestáltica e abrangente, que vai fundo naquilo que faz sentido para resolver o problema.

Resumindo: O profissional nexialista não sabe a resposta para todas as perguntas, mas sabe onde olhar para buscá-las.

E o profissional do futuro tem a compreensão correta do suficientemente bom e sabe valorizar uma boa ideia, pois a busca pela perfeição pode nos impedir de sermos suficientemente bons.

Lição de casa, para pensar, repensar e pensar de novo:
1) Tamanho NÃO é documento
2) O Cliente NÃO tem sempre razão
3) Seu negócio NÃO é o que você pensa
4) O futuro NÃO é dos especialistas
5) O ótimo NÃO é inimigo do bom

Momento #FICAADICA
* Sem curiosidade não há salvação!
* É preciso correr para não sair do lugar
* Antes os profissionais de comunicação falavam com as pessoas, hoje elas falam entre si
* Acontece tudo ao mesmo tempo e em todos os lugares
* Hora de rever conceitos e quebrar paradigmas
* É preciso crer para ver
* Massificação - segmentação - personalização
* Periodicidade - perenidade - sincronicidade
* Segregação - aproximação - integração
* Cabeça de hiperlink
* Conceito do Good enough

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Por que hoje é dia do publicitário

Aquilo que a gente já conhecia e um poquito más... só pra celebrar o nosso dia!

Publicitário não come, degusta o produto.
Publicitário não cheira, sente a fragrância.
Publicitário não toca, examina o design.
Publicitário não dá a resposta, cria outra pergunta.
Publicitário não conquista, persuade.
Publicitário não tem destino, tem target.
Publicitário não ouve barulho, ouve ruído.
Publicitário não fala, envia mensagem verbal.
Publicitário não procura endereço, procura praça.
Publicitário não escuta, decodifica a mensagem.
Publicitário não tem idéia, tem brainstorm.
Publicitário não recebe resposta, recebe feedback.
Publicitário não tem memória, tem repertório.
Publicitário não lê, decifra o código textual.
Publicitário não pergunta, faz pesquisa.
Publicitário não ouve música, ouve trilha sonora.
Publicitário não tem lista, tem mailing.
Publicitário não copia, se inspira.
Publicitário não vê outdoor, vê mídia exterior.
Publicitário não dirige, faz test-drive.
Publicitário não faz endoscopia, faz endomarketing.
Publicitário não convida, faz marketing promocional.
Publicitário não faz fofoca, faz buzzmarketing
Publicitário não reparte, segmenta.
Publicitário não vê cidadãos, vê prospects.


Agradecimentos àqueles que fazem o pão parecer mais gostoso, o dia mais bonito, o restaurante mais barato...
E agradecimentos também àqueles que são intensamente influenciados por tudo isso.

E viva a propaganda!!!