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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Celular é a 1ª tela para britânicos

Uma pesquisa realizada pelo Weve, um e-commerce formado pelas marcas O2, EE e Vodafone, com 2 mil pessoas na Inglaterra revelou que o celular já se tornou a tela mais importante entre adultos de 18 a 34 anos. O ranking ficou assim:

Smartphones- 46%
Computadores- 30,6%
TV- 12,4%
Tablets- 5,8%


Entre todas as idades pesquisadas o ranking é um pouco diferente:
Computadores- 39,8%
Celular- 28%
TV- 27%
Tablets- 5%

Quando perguntados sobre a plataforma que mais utilizam para acessar a internet o computador disparou na frente com 75% dos votos contra 25% dos que preferem o celular. 
Interessante foi descobrir que 68% dos usuários de smartphones acham que recebem a quantidade certa ou poderiam receber mais mensagens sobre as marcas no celular porque:
62% dizem que o celular é uma boa forma de conhecer produtos e ofertas
58% afirmam que é um bom dispositivo para salvar e resgatar vouchers e cupons.


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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Varejo 2.0

Em uma realidade nem tão distante, o varejo estava nas ruas, nos shoppings, na porta de casa, nas caixas de correio (lembra que a gente comprava por catálogo?), mas depois da internet, tudo está mudado, e nós, da geração X carregamos bagagens diferentes das gerações Y e Z, que já veem o varejo muito mais dinâmico.

A internet é a reponsável pelo surgimento do novo varejo e de novas formas de comprar. Hoje existe o varejo online puro, como o Submarino, que não usa intermediários no processo e fala diretamente com seu consumidor, ressaltando seus diferenciais e interagindo com os clientes através de canais diversos, como email e redes sociais, onde a geração de conteúdo é o ponto chave, especialmente se direcionada à decisão de compra do internauta. 

Outro tipo de varejo atual é aquele expandido, que além das lojas físicas também encontraram seu espaço na internet, como Casas Bahia. O grande desafio certamente é manter a unidade e a mesma experiência em todos os canais para a marca não passar a ideia de 2 posicionamentos diferentes. Um exemplo é o Ponto Frio, que ainda não encontrou essa chamada unidade: suas lojas físicas estão mais organizadas e clean, com menos apelo varejista, enquanto no twitter, o pinguim que representa a marca, tem humor ácido e um apetite agressivo pra promoções. Pelo menos o pinguinzão tá trazendo muito mais gente para o PF.

Falamos lá em cima do porta a porta, hoje mais conhecido como social commerce. A diferença é que ao invés de bater na sua porta, os usuários-vendedores usam o Facebook. Pensa comigo: uma vendedora Natura se beneficia muito ao usar a rede de relacionamentos da marca para aumentar a sua reputação profissional, enquanto a marca descentraliza seu papel de criação de conteúdo e divulgação para seus produtos, pulverizando com mais força e muito mais além. O ponto de atenção é que essas porta-vozes tem que manter a qualidade de seu serviço e estarem sempre alinhadas com a marca, mas o inverso também é real: se o pós-vendas da marca não for satisfatório quem sofre é o vendedor. Aqui o principal é fazer esse porta-voz sentir-se parte de um time, um todo que luta por ideais comuns em um engajamento geral.

O shopping na internet abre muito mais espaço nas gôndolas virtuais. Vejam o que o Extra fez: incluiu alguns lojistas no seu portfólio de produtos sem se envolver com a logística. Nessas condições, a questão é mesmo a construção de marca. Quem já tem uma marca consolidada pode extrapolar uns limites, e o Extra, com certeza, tem, e pode vender muito mais que itens comuns em supermercados. 
Abaixo é possível ver que quem vende e entrega o produto é a loja Meu Amigo Pet.






Como você se relaciona com os canais de compra da internet?


segunda-feira, 25 de março de 2013

O caminho sem volta do E-commerce

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) divulgou recentemente que as vendas via internet totalizaram R$ 24,12 bilhões em 2012. O ano foi tão importante para o e-commerce que marcou o ingresso de 9 milhões de novos compradores na web e o universo de brasileiros com acesso à internet chegou a 68 milhões.



É aí que percebemos uma mudança nos hábitos de compra dos consumidores, e vários fatores contribuem para isso: a disponibilidade 24 horas por dia, comercialização rápida entre ambas as partes, mas o principal é o custo reduzido, já que os gastos do fornecedor caem bastante e isso é repassado ao público final. Outra questão a ser levada em conta é a ausência de barreiras: qualquer um pode comprar qualquer produto de qualquer lugar do mundo.

Nós estamos aprendendo, mas vem aí uma geração que já nasceu comprando pela internet, confiando plenamente na ferramenta, comprando sem medo. E é notório que esse sentimento também passa a fazer parte da turma que ainda mantinha alguma encanação, o Brasil já registra aumento nas compras virtuais realizadas por pessoas com menor poder aquisitivo e só quem fica inseguro é quem não domina um computador.
 
Logo, a constatação é que as empresas que não aderiram ao e-commerce estão um passo atrás, pois o meio eletrônico quase que se tornou algo obrigatório, embora seja preciso considerar ainda que o contato entre comprador e vendedor possa ser necessário e, dependendo do serviço, insubstituível.
 E em outros casos, é difícil imaginar uma compra pela internet de óculos, por exemplo, que é um produto que exige experimentação, comparação, análise de qual formato é melhor para o seu rosto... então muitas pessoas vão até a loja física, fazem as provas e depois pedem pela internet.
 
 
Dados dizem que o setor expande em média 30% ao ano, passos largos, e a internet é um local confuso, onde muitas ações são realizadas sem profissionalismo e isso pode representar o fracasso de uma boa ideia. É preciso avaliar o mercado, realizar pesquisas, e saber onde investir. Publicidade tem que fazer parte do planejamento de qualquer negócio virtual, até porque empresas novas tem a mesma chance de dar certo que empresas tradicionalmente de sucesso.
 
A Abril trabalha com campanhas de varejo para divulgar e-commerce com valores super especiais e visibilidade excelente. Ligue pra AtituDe e mude o futuro do seu negócio virtual.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Vendo geladeira, sofá, TV, fogão

Quem vê o título até pensa que tem família de mudança para outro país... mas não é nada disso.

A história começa em 2006, com o Viajeaqui. Na missão de unir conteúdo com produtos e serviços, o portal passou a oferecer sugestão de pacotes, vendidos por diferentes operadoras e agências. Com o patrocínio da TAM Viagens, o Viajeaqui sempre trouxe o melhor conteúdo dos Guias Quatro Rodas, da National Geographic e claro, da Viagem e Turismo.

A iniciativa deu tão certo que logo depois surgiu a Loja Boa Forma, que em parceria com com o site corpoperfeito.com.br, vende produtos para a sáude e bem estar. Outro e-commerce nesse formato é a Loja do Bebê: em parceria com a BBStore, o bebe.com.br, da Abril, vende de canguru a lixo para fraldas, carrinho de bebê, bomba de tirar leite e tudo que os pais- e o bebê- podem precisar.
Para os amantes de informática, há o Infoshopping, um site de comparação de preços de produtos de informática, parceria com o Buscapé.

E a grande novidade agora é a Loja Minha Casa. Lançada em maio, a loja virtual tem como parceiro a Meu Móvel de Madeira para venda de móveis e o Compra Fácil, para venda de eletrodomésticos e eletroeletrônicos.
Cristiane Teixeira, diretora da revista Minha Casa, está empolgada com o formato do e-commerce: "O nosso negócio é fazer revista, então para entrar no comércio eletrônico, buscamos parceiros e mantemos a nossa independência editorial"
Em paralelo, também ouvimos o diretor da Meu Móvel de Madeira, empresa catarinense do Grupo Irani: "Existe confiança. Podemos operar a bandeira de uma revista, sem gerar qualquer tipo de risco à idoneidade da publicação", diz Ronald Heirinchs.


Na Abril, o e-commerce é feito dentro de um conceito chamado "white label"- etiqueta branca. A editora empresta sua marca, usa sua base de leitores cadastrados e todo o operacional, incluindo logística, é de responsabilidade dos parceiros. A Abril ganha porcentagem sobre as vendas, assim como os varejistas fazem com as marcas próprias, colcando seus selos.
 
Com um portfólio digno de hipermercado (são mais de 60 mil itens à venda), boa parte deles comercializados no portal www.abrilshopping.com.br, a parte mais visível da estratégia de usar a internet é ampliar a receita do grupo, que no ano passado teve receita líquida R$ 3,15 bilhões.
 
"Montamos uma estratégia para gerar outras fontes de receita e não ficar restrito apenas à venda de publicidade", diz André Rodrigues, gerente de mídia digital da Abril. Com a investida, a Abril consegue garantir uma fatia de um setor que cresce a taxas superiores a 25% ao ano e movimentou R$ 18,7 bilhões em 2011.  Só no ano passado, o segmento conquistou 9 milhões de novos e-consumidores, 61% deles pertencentes à classe C.
 
Negócio bom é com a Abril. Seja no meio impresso ou digital (para não mencionar TV), a Abril está sempre à frente da concorrência.