Mostrando postagens com marcador Números. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Números. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Executivos preferem a mídia impressa

O Meio&Mensagem divulgou uma pesquisa que atesta que, mesmo sendo usuários ativos da internet, para os líderes e gestores de empresas, os veículos impressos ainda trazem mais credibilidade.


A pesquisa Impacto nas Mídias, realizada com 226 profissionais que ocupam cargos de liderança nas empresas brasileiras, divulgou que internet e redes sociais estão inseridas na sua rotina, mas a mídia que mais auxilia na formação de opinião e tomada de decisão continua sendo a impressa. Ou seja, para 81% mesmo com tanta informação em época de globalização digital, o que vale mesmo é a credibilidade e o diferencial da imprensa, enquanto somente 7% creem na veracidade das mídias digitais como meio de informação.

Apesar do crescimento simultâneo de mídias digital e impressa, os meios mais tecnológicos não parecem tirar o mercado das tradicionais. 70% do público lê jornais diariamente. O rádio também tem um papel importante para 81% dos entrevistados e como era de se esperar, 97% deles acessa sites de notícias com frequência. 

Dos entrevistados, 49% acreditam que é importante conciliar as duas fontes de informação, embora não substituíssem por completo os veículos impressos pelos digitais.  

Veja e Jornal Nacional são os veículos mais influentes para a opinião pública. Lauro Jardim, colunista da Veja, é um dos blogueiros mais lidos por esses líderes. Conheça aqui os veículos ou produtos que mais influenciam a opinião desses executivos:

Revistas:
Veja – 35,9%
Exame – 29,5%
Carta Capital – 8%
Piauí – 7%
Época – 3,5%
Época Negócios – 2,7%
IstoÉ Dinheiro – 2,7%
Superinteressante – 2,7%
Você S/A – 2,2%
IstoÉ – 0,9%
Outras – 4,9% 

Jornais
Folha de S.Paulo –37,2%
Estado de S.Paulo – 29,2%
Valor Econômico – 25,2%
O Globo – 4,9%
Brasil Econômico – 0,4%
Correio Braziliense – 0,4%
Outros – 2,7% 

Telejornal
Jornal Nacional (Globo) – 35%
Jornal das Dez (GloboNews) - 21,2%
Jornal da Globo (Globo) – 13,3%
Bom Dia Brasil ( Globo) – 7,5%
Jornal da Cultura (Cultura) – 6,2%
Jornal da Band (Bandeirantes) – 5,3%
Jornal Hoje (Globo) – 1,9%
Jornal da Record (Record) 0,9%
Jornal do SBT (SBT) – 0,9%
Outros – 8% 

Rádios
CBN – 54,4%
BandNews – 22,6%
Jovem Pan – 7,5%
Bandeirantes – 6,2%
Globo – 3,1%
Estadão – 2,2%
Outras – 4% 

Agências/ Sites de Notícias
Agência Estado – 23%
UOl – 23%
G1 – 14,2%
Folha – 6,6%
Reuters – 5,8%
Globo.com – 5,3%
Portal Exame – 4,9%
Bloomberg – 4,4%
Valor Online – 3,5%
Veja.com – 1,8%
R7 – 1,3%
iG – 0,4%
Outros – 5,8%

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Eles- Um estudo sobre homens

A VIP realizou um estudo para aprofundar o entendimento dos homens sobre si mesmos, como eles constroem sua identidade e sua masculinidade, retratando seu cotidiano e mapeando seus valores, comportamentos, hábitos de lazer, consumo de conteúdo e relação com a tecnologia produzindo conhecimento de qualidade através de metodologias quali e quantitativas aplicadas em 5.545 entrevistas online.

Logo de cara fica muito claro que não são só as mulheres que tem mil atitudes e visões; homens também são heterogêneos, não são todos iguais. Restou a pergunta: O que foi feito do tradicional papel masculino e quais as consequências práticas de não haver mais uma receita pronta e segura a seguir?
A questão foi então contextualizada para a busca de respostas consistentes ser mais concreta e entendermos melhor como caminhamos em direção à desestruturação dos papeis rígidos de gênero.

A VIP falou com homens entre 18 3 50 anos das classes A, B e C, residentes no Brasil e atestou muita coisa interessante, como exemplos:

Entre as atividades mais valorizadas, está cozinhar para amigos e familiares.



60% dos entrevistados depila partes do corpo. 45% deles aparam até as sobrancelhas.



Falando de transformação, 75% dos homens acreditam que deveríamos ser mais igualitários do que somos em busca de um mundo melhor.


No quesito comportamento, mais de 70% dos entrevistados acreditam que alguma decisão do passado poderia ter caminhado de maneira diferente.


Parar para pensar na vida é uma atividade praticada por mais de 90% dos entrevistados e 33% afirmam que choraram no último mês.



Quando questionados se sucesso é ganhar muito dinheiro, 56% discordam. Sucesso é um conjunto de fatores muito maior que somente o financeiro.



A principal paixão dos homens está ligada à pessoas próximas, com quem tem um vínculo afetivo. Dos 18 aos 25, as mães são as donas do seus corações, dos 36 em diante, os filhos ocupam esse lugar de honra.



Para 64% dos homens, a conexão via redes sociais é até mais importante que "sair só com homens".



Mais de 40% estariam dispostos a abrir mão de parte do salário para ter mais tempo livre.



As fontes de inspiração para consumir e se vestir bem estão no dia a dia, especialmente na observação de pessoas na rua, segundo 41% dos homens. 34% usam a opinião feminina em busca de mais segurança.



17% dos homens da classe A se consideram fanáticos por tecnologia.


Essas pinceladas retratam só um pedacinho dessa extensa pesquisa que revelou que o homem moderno é muito mais complexo que o da década passada. E mais otimista também. Para conhecer o estudo completo, acesse http://www.estudoeles.com.br/






quinta-feira, 24 de abril de 2014

O Twitter do brasileiro

O Twitter, o microblog mais famoso do mundo liberou um infográfico sobre o perfil dos usuários brasileiros: suas atitudes, interesses, de onde acessam e mais.

twitterbrasil




segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

100 Rooms Capricho

Todos os anos a equipe da CAPRICHO invade o quarto de 100 adolescentes brasileiras para identificar os detalhes do seu comportamento e consumo.

Você vai conferir agora uma radiografia do que as adolescentes gostam, fazem e compram. Esse exercício é essencial para aproximar a marca do público, o que é fundamental para o desenvolvimento de conteúdo e produtos para o target.














segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Celular é a 1ª tela para britânicos

Uma pesquisa realizada pelo Weve, um e-commerce formado pelas marcas O2, EE e Vodafone, com 2 mil pessoas na Inglaterra revelou que o celular já se tornou a tela mais importante entre adultos de 18 a 34 anos. O ranking ficou assim:

Smartphones- 46%
Computadores- 30,6%
TV- 12,4%
Tablets- 5,8%


Entre todas as idades pesquisadas o ranking é um pouco diferente:
Computadores- 39,8%
Celular- 28%
TV- 27%
Tablets- 5%

Quando perguntados sobre a plataforma que mais utilizam para acessar a internet o computador disparou na frente com 75% dos votos contra 25% dos que preferem o celular. 
Interessante foi descobrir que 68% dos usuários de smartphones acham que recebem a quantidade certa ou poderiam receber mais mensagens sobre as marcas no celular porque:
62% dizem que o celular é uma boa forma de conhecer produtos e ofertas
58% afirmam que é um bom dispositivo para salvar e resgatar vouchers e cupons.


Proposta para mobile e site mobile? Fale com a AtituDe.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Foto Atualizada da População Brasileira

Existe tanta marca no mercado, tanto produto nas prateleiras, tanta oferta, tanto lançamento que ler uma notícia dessas é a prova de que fidelizar um consumidor é mesmo tarefa muito mais árdua que conseguir novos compradores.


Uma pesquisa recente da Nielsen sobre hábitos de consumo, "Foto Atualizada da População Brasileira", que monitora os hábitos de compra espontâneos das famílias do país, mostra que, comparado a alimentos e higienes, cerveja tem o mais alto índice de fidelização do país. 

Mas o estudo pesquisou um universo de 45 milhões de domicílios ou 164 milhões de indivíduos, em todas as regiões e concluiu muito mais que isso, como por exemplo, que, 78% das mulheres decisoras e responsáveis pelos lares no Brasil têm mais de 30 anos de idade. Isso também quer dizer que a estrutura familiar está cada vez menor- em média 3 pessoas por residência em áreas urbanas. Também foi constatado que apesar de apenas 39% dos lares brasileiros contarem com crianças de até 12 anos, o ticket médio deles é 9% superior quando comparado àqueles que não possuem crianças. 

Entender o brasileiro, seu perfil e necessidades é uma tarefa complexa, dada a pluralidade social, econômica e cultural, mas é fator essencial para vencer no atual cenário competitivo”, pontua Jefferson Silva, gerente de Homescan da Nielsen.
De fato, é fundamental entender as razões de compra, como as informações chegam até os consumidores e como ele se comporta diante de certas situações. Desse estudo foi possível entender que boa parte dos consumidores brasileiros sabe exatamente o que busca e, por isso, se tornou multicanal, ou seja, realiza suas compras em mais de um ponto de venda. Dentre os consumidores de higiene e beleza, por exemplo, 97% compram em mais de um canal, sendo que 55% deles em três canais diferentes e 16% em mais de quatro locais. Por este comportamento multicanal, 30% deles mudam de loja caso não achem o que procuram. Já entre os consumidores de cerveja, os que se mostraram mais ativos entre todos os compradores pesquisados, 35% deles trocam de loja se não encontram a marca que procuram. Com bebidas não alcóolicas, apenas 21% fazem o mesmo.

Veja na tabela abaixo o que o consumidor faz quando vai ao supermercado em busca de um produto específico e não o encontra. Enquanto com produtos de limpeza, 75% dos consumidores simplesmente trocariam de marca ao não encontrar a preferida, quando o assunto é breja, essa taxa é de 60%, a menor entre os produtos pesquisados:
 Troca de marca (%)Troca de categoria (%)Troca de loja (%)Desiste da compra (%)
Limpeza751232
Higiene e beleza662302
Bebida não-alcóolica742213
Cerveja602354
Mercearia (salgados)813143
Mercearia (doces)772183
Cesta básica732232
Perecíveis702235
Os resultados indicam ainda que, apesar do crescimento da classe média brasileira nos últimos anos, a concentração de renda ainda faz com que apenas 20% da população mais rica concentre 64% da renda. Grande parte dos brasileiros - em 46% dos lares - considera o preço decisivo na hora da compra no supermercado, que é estritamente planejada. 
Por outro lado, com mais brasileiros ganhando melhor, serviços antes considerados "de luxo" estão ganhando espaço. 40% dos domicílios já tem TV por assinatura, 50% têm internet paga em casa e outros 47% estão cobertos por planos de saúde particulares. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Smartphones ganham o Brasil

Pela primeira vez na história (claro né, antigamente nem celular existia), a venda de smartphones ultrapassou a venda de celulares tradicionais, numa proporção de 54% para 46%. No primeiro trimestre deste ano a venda de smartphones aumentou bastante, 110% em relação ao mesmo período de 2012.




Leonardo Munin, analista de mercado da IDC Brasil, afirmou que a migração dos "feature phones" para os "aparelhos inteligentes"- ou smartphones- está acontecendo numa velocidade impressionante, ultrapassando todas as previsões feitas no início do ano.

Oportunidade para anunciar sempre no meio digital. E para atingir cada vez mais pessoas. Em maio de 2012 já tínhamos mais de 2,5 milhões de downloads de aplicativos campeões de audiência em Iphone, Androids, Blackberrys e Nokias, e esse número cresce numa velocidade também absurda. 

Se você ainda não utilizou essa plataforma, peça uma proposta.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Perspectivas para o 2º semestre

Não foi só o mercado publicitário que sofreu no 1º semestre, o Brasil está inseguro com as incertezas que rondam todos os setores da economia e política. A inflação em alta, o PIB em queda, os juros lá em cima e o povo endividado depois de todos os esforços de consumo que o governo concedeu resultaram em retração econômica. Diante desse cenário, quais são as perspectivas para o futuro próximo?

O jornal Prop&Mark publicou uma reportagem essa semana com as expectativas de alguns pofissionais do mercado publicitário, e a boa notícia que esperávamos veio. Tudo indica que voltaremos a prosperar:


Revistas
O CEO da Editora Globo e presidente da Aner, Frederic Zoghaib Kachar, acredita que o ciclo de redução de investimentos que o meio revista vem enfrentando nos últimos semestres já passou pelo pior momento e começa aos poucos a dar sinal de retomada.



“Para nós, a crise já tinha chegado desde o segundo semestre do ano passado, quando houve uma forte desaceleração dos negócios. Já vínhamos numa fase difícil e, no início deste ano, as coisas pioraram um pouco mais. O primeiro trimestre foi muito difícil. Percebo que, aos poucos, o cenário de incertezas vai se dissipando e os anunciantes começam a retomar investimentos – até porque é danoso para as marcas ficarem muito tempo sem anunciar”, afirma ele.




Digital

Em meio aos anúncios de corte de verbas, a internet cresce. Marcelo Lobianco, presidente do IAB Brasil, diz que, quando o mercado anuncia crise e o consequente corte de verbas de marketing, ganha o meio que entrega melhor.


Ele estima que o digital tenha crescido entre 15% e 22% no primeiro semestre, impulsionado por YouTube, Facebook e Ad Networks. “O vídeo também está ganhando volume e o mobile começando a aparecer com mais frequência nos planos de mídia”, observa. O executivo prevê um crescimento de 32% no segundo semestre.

O que pensam as entidades?
As perspectivas das associações que representam o mercado são de recuperação neste segundo semestre, com mais investimentos e negócios, na expectativa de uma reação efetiva do governo.

Para Orlando Marques, presidente da Abap, as manifestações deixaram anunciantes inseguros e comprometeram um semestre que todo mundo achava que ia deslanchar, mas que permaneceu devagar e quase parou.


Marques, porém, está otimista e acredita na recuperação no segundo semestre. “Deve haver um maior crescimento. Mas para isso há que se voltar a ter tranquilidade e não esse clima de incerteza que estamos vivendo hoje. Outra grande preocupação do mercado são as ameaças à liberdade de expressão comercial. Continuamos numa batalha diária contra projetos de lei estapafúrdios que, de uma maneira ou de outra, pretendem limitar o direito dos anunciantes e, portanto, as receitas das agências”, destaca.
“O momento exige muita reflexão e muita conversa para se entender bem o cenário. Só assim vamos achar as melhores soluções. Temos que ter humildade, inteligência e cabeça muito aberta para tomar as decisões corretas”, afirma Marques.

Humberto Mendes, vice- presidente executivo da Fenapro acredita que o mercado ficará aquecido nos próximos meses. “Nos próximos meses se fará muita coisa. Nos mercados regionais não é diferente. Este ano de 2013 não vai ser ruim para nós. É um ano de preparação para a Copa. Além disso, o Brasil criou uma nova massa de consumidores, com 20 milhões de pessoas. É irreversível, por mais crise que tenha, o consumo não vai parar”, defendeu. 


Ele ainda reforça que já testemunhou muitas crises no país e que a propaganda nunca parou. “Vivo crises há muito tempo. A propaganda não pode parar, nunca parou – e olha que eu trabalho no mercado publicitário há 60 anos. O anunciante precisa da propaganda tanto quanto da matéria-prima dos seus produtos. Se ele parar de anunciar, o concorrente toma o lugar dele”.


 E você aí? Quais são as suas perspectivas para o 2º semestre de 2013?

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Brasil, o país da rede social em qualquer lugar

Um estudo realizado recentemente pela Nielsen em 10 países, Consumidor Móvel 2013, revelou que 75% dos brasileiros usam smartphones para acessar as redes sociais É esse o povo que usa essa função como a principal da plataforma, ultrapassando EUA e Reino Unido, onde 63% usam a função, China, com 62%, Rússia e Índia, onde 59% fazem uso das redes sociais nos mobiles.


Thiago Moreira, diretor de Telecom da Nielsen, ressalta que os smartphones representam, para alguns brasileiros, o único ponto de contato com o mundo digital. Por R$ 0,29 por dia é possível ter acesso à internet de um celular e o pré-pago ainda é predominante no país. Além disso, 48% da população têm mais de um celular. 

Dos consumidores brasileiros entre 16 e 64 anos, 84% possui algum tipo de aparelho móvel, a maioria deles (44%) de modelos mais simples, seguidos por smartphones (36%) e multimídia (21%).

Dos países que integram o Brics, os chineses são os que mais têm smartphones (66%), enquanto os indianos possuem o menor índice (10%). O estudo também aponta que, quando se trata de preferências por aplicativos, 68% dos brasileiros baixam os de jogos, 67% de redes sociais, 51% de navegação de mapas e pesquisas e 49% de vídeos.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

As 100 marcas mais valiosas do mundo

O estudo Brandz Top 100 Most Valuable Global Brands, encomendado pelo grupo de marketing e publicidade WPP e produzido pela Millward Brown Optimor, apresenta há 8 anos as marcas mais valiosas do mundo. O objetivo é avaliar quanto uma marca vale para o mercado utilizando como critérios a avaliação de potenciais compradores e atuais consumidores mais dados financeiros. Neste ano a amostra de consumidores no mundo chegou a 2 milhões de pessoas. Dá pra ter uma boa base da realidade, não é?

A All Mighty Apple manteve o 1º lugar no ranking das marcas mais valiosas valendo USD 185 bilhões, mesmo tendo apresentado crescimento de míseros 1% em relação ao ano anterior. Em compensação, sua maior concorrente, a Samsung, subiu 25 posições e 51% para conquistar o 30º lugar da lista com valor de mercado de USD 21 bilhões.


Outra marca que merece comentário é o Facebook. Em 2102 a rede ocupava o 19º lugar, mas a queda de 36% a levou ao 31º degrau, valendo USD 21,2 bilhões.

Também é importante falar um pouco do Google, que é o candidato mais competente a roubar o 1º lugar da Apple nos próximos anos, já que vem revertendo um cenário de queda (acreditamos no seu poder de recuperação diante de tanto otimismo). Em relação ao ano passado o Google cresceu 5% e foi estimado em USD 114 bilhões. A IBM ocupa o 3º lugar do ranking e a Microsoft, outra representante dos gigantes da tecnologia, amarga uma mera 7ª posição.


http://bluebus.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2013/05/ranking-marcas.jpg

Neste ano, mais uma vez, ficaram de fora as marcas brasileiras Bradesco e Itaú, que apareceram no ranking pela última vez em 2011. Outra surpresa desagradável foi a ausência da Petrobrás, que carregava a bandeira da marca mais valiosa entre todas as marcas da América Latina, galgando um 75º lugar em 2012 entre as globais. Este ano ela ficou em 4º lugar no continente, mas em contrapartida a Skol subiu como a marca brasileira de maior valor e Bradesco, Itaú e Claro aparecem entre as 10 mais da AL.

De acordo com Valkiria Garré, Diretora Executiva da Millward Brown no Brasil, a queda da Petrobras é explicada pela politica do governo de segurar o preço dos combustíveis como forma de deter a inflaçao. Por outro lado, “políticas governamentais para criar empregos e estimular consumo impulsionaram vendas em categorias de consumo como alimentos, cervejas e varejo. A marca brasileira mais valiosa – Skol – cresceu 39% em valor de marca, por exemplo”.

Por enquanto tá explicado, mas com a inflação beirando o descontrole, quem sabe em que colocação as marcas brasileiras aparecerão em 2014?

quinta-feira, 7 de março de 2013

Transformações na audiência

Vocês já sabem da última do Ibope? A partir de agora, a mensuração do conteúdo televisivo também será aplicada em tablets, computadores e smartphones. Tá certo, assim os números serão mais reais, vai dar para ter uma ideia bem mais precisa do peso dessas plataformas na audiência. Em 2012 isso significou um crescimento de 15%.



Resta saber se empresas que operam simultaneamente a produção e distribuição de conteúdo nos meios digitais irão se sujeitar às métricas e métodos de aferição de resultados do sistema Broadcast, que é menos preciso que os meios digitais. 

Outra pergunta que permeia os pensamentos publicitários é o quanto a transparência assegurada pela fusão de dados entre Web Analytcs e dados do painel vai afetar a dinâmica do mercado publicitário. A eMarketer estima que em 2014, 10% do investimento publicitário em TV no mercado americano deverá migrar para vídeos na web.


No Brasil, onde o BV existe e resiste, onde os institutos imperam solenemente, as mudanças devem ser mais lentas, mas pensando a longo prazo, o movimento tem saldo positivo para veículos e anunciantes, já que com a medição digital é possível mensurar com mais precisão o nosso entendimento do comportamento dos expectadores, leitores e usuários, especialmente os do meio impresso. 

E pra ampliar ainda mais essa mudança na sociedade mercadológica, a Billboard, que semanalmente publica a lista das músicas mais ouvidas pelos americanos, também entrou na onda. Agora sua medição considera as visualizações no Youtube, mas só as das contas oficiais.

Lista da Billboard passa a contabilizar músicas do YouTube

Qualquer semelhança com o hangout que Veja.com promoveu com o Sr. Spider não é mera coincidência. É Veja à frente da concorrência, é Veja enxergando mais longe. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Celebre com Veja.com

O ano mal começou e o site da Veja já vem batendo recordes de audiência.

O mês de janeiro foi histórico para esse canal digital, que, em relação a dezembro de 2012 cresceu 81%. Em números isso significa 82,9 milhões de Page Views e 8,5 milhões de visitantes únicos.

Você ainda não anuncia no site da Veja?
Entra lá e vê como relevância de conteúdo faz toda a diferença: http://veja.abril.com.br/

Anuncie! Você pode anunciar nos estados de seu interesse ou nacionalmente. Ligue pra AtituDe e conheça as propostas comerciais para o ano todo. Agora em fevereiro, veja.com entra na avenida trazendo uma cobertura super especial dos maiores carnavais do Brasil, Rio, Sampa, Salvador e Recife, com roteiros exclusivos. Interessou? As cotas de patrocínio ainda estão abertas. Aproveite essa folia.



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Minha Empresa

Pessoal, primeiramente pedimos desculpa pela ausência de posts nas últimas semanas, mas tivemos um problema com o blog e não estávamos conseguindo publicar as postagens. Mas vale a retrospectiva, dêem uma lida nos posts passados e nos atuais.


Nós já falamos aqui no blog sobre o projeto Minha Empresa, um curso de empreendedorismo de grande sucesso das femininas populares da Editora Abril.

Para quem ainda não conhece, acesse o site aqui nesse link e conheça mais. Já foram publicadas 7 aulas e ainda faltam mais 5. Em 45 dias de projeto já atingimos resultados excelentes:

+ de 5,5 mil participantes no game
+ de 12,6 mil likes na fan page
1= de 6 mil usuários falando sobre o projeto no Facebook


Como já era de se esperar, uma das principais ferramentas que alavancaram os resultados foi o um anúncio no facebook, que em 18 dias apontou mais de 15 mil cliques e alcançou mais de 1 milhão de usuários.
Diante de todo esse sucesso vamos abrir uma nova oportunidade para o mercado, com a comercialização de cota avulsa para a categoria de Venda Direta, que é o tema da aula 11. Um segmento já bloqueado é o de cosméticos, mas os demais estão disponíveis.
É hora de conectar sua marca à força das revistas femininas populares Abril para falar com mais de 6 milhões de leitoras semanalmente. 

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Investimentos em publicidade no Brasil- Janeiro a junho de 2012

Uma séria de pesquisas realizadas pela Nielsen revelou que o investimento em publicidade continua crescendo em vários segmentos, e as companhias telefônicas são o grande destaque, investindo mais que no primeiro semestre de 2011.


O investimento global das empresas de telecom apresentou alta de 7,9%, entre os segmentos e conquistou seu recorde na América Latina, com crescimento de de 32,5. O setor automotivo também se destaca aumentando seu investimento em 6,3% no primeiro semestre. Já entre a lista daqueles que sofreram baixa estão o de Cuidados pessoais (-1,2%), o de Indústria e serviços (-1,4%) e o de Bens duráveis (-4,4%)

Agora você vai saber qual a participação no investimento em propaganda de cada segmento:

Bens de consumo: 24,6%
Entretenimento: 11,9%
Indústria e serviços: 11%
Cuidados pessoais: 10,1%
Automotivo: 8,2%
Mídia: 7,6%
Telecomunições: 5,6%
Mercado financeiro: 5,4%
Canais de distribuição: 5,2%
Bens duráveis: 4,9%
Roupas e Acessórios: 3,3%


E abaixo, o crescimento perante o período anterior (1º sem 2011 x 1º sem 2012) de cada um dos 10 principais setores em cada grupo:

Telecomunicações: +7,9%
Automotivo: +6,3%
Entretenimento: +5,0%
Mídia: +4,9%
Canais de distribuição: +4.9%
Mercado financeiro: +4,5%
Bens de consumo: +4,3%
Roupas e acessórios: +2,8%
Cuidados pessoais: -1,2%
Indústria e serviços: -1,4%
Bens duráveis: -4,4%

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Sem canibalismo, só complementação



Aproveitando o ensejo (o crescimento exponencial da venda de tablets no Brasil, que falamos na última segunda-feira), hoje vamos falar sobre como o meio revista e o meio tablet se complementam.

A PPA, uma revista especializada no setor, realizou uma pesquisa para provar que as edições publicadas no tablet não canibalizam as edições impressas, como muita gente pensa. A realidade é que elas tem uma relação muito estreita.


A Brand Republic fez um artigo sobre o assunto que você pode ler na íntegra clicando aqui.

Abaixo, um resumo do assunto em português, confira. 


O estudo identificou  uma relação positiva entre os leitores de publicação impressa e de tablets, mostrando que 96% dos usuários de tablets afirmaram, no ano anterior, terem lido uma revista impressa. A média nacional está na casa dos 80% atualmente, e esse número só tende a crescer.

Marius Cloete, o diretor da pesquisa, afirma que estudos sugerem que as edições digitais estão revigorando o apetite dos leitores para o consumo da mídia revista: “Isso desfaz o mito de que os usuários de tablet estão abandonando o impresso em favor do digital. As duas plataformas parecem estar trabalhando em conjunto para expandir consumidores”, aponta.

Os leitores são sensíveis em relação às revistas, constroem um verdadeiro relacionamento com elas, e por isso, querem ambos os formatos, digital e impresso.

Uma análise paralela   destacou que a gama de oportunidades disponíveis para editores e anunciantes está numa maré super positiva e crescente: os níveis de recall são muito similares nas 2 plataformas, 53% no meio impresso e 56% no tablet.
Isso é uma ótima notícia para anunciantes, já que a oportunidade de se engajar com o conteúdo das revistas está em franco crescimento.

Os donos de tablet são mais propensos a ter lido ou comprado revistas impressas nos últimos três meses do que a média nacional, desfazendo o mito de que os a revista impressa está perdendo espaço para a digital. As duas plataformas estão trabalhando em conjunto. Como o tablet permite outro nível de envolvimento, a publicidade na plataforma melhora ainda mais o desempenho do impresso, gerando maior interação com a marca.