Mostrando postagens com marcador Agências. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Agências. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Reestruturação

"Refazendo tudo. Refazenda. Refazenda Toda".

Se até o Gilberto Gil passa por isso, porque a gente não passaria, não é mesmo? 
É momento de recolher, repensar, reestruturar, refazer.

Vamos dar um tempo pras "escrevinhações" semanais aqui do blog, mas nos manteremos ativos pelo Facebook. Nosso perfil vai continuar publicando os projetos mais interessantes da Editora Abril e notícias do mercado publicitário.

Acesse nossa página e acompanhe nosso trabalho.
E claro, não esqueça que estamos sempre disponíveis pelo telefone 44 3028-6969.

Até breve.



Equipe Blog AtituDe

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Mídia Programática

Você sabe o que é mídia programática? Trata-se de uma série de tecnologias que começaram a automatizar compra, posicionamento e otimização da publicidade online. O termo significa automação. Esse novo formato de comercialização vem mudando a maneira como os publishers veem as informações para gerenciar com mais eficiência todos os canais de vendas para aumentar sua receita.
A precificação é transparente e acontece por leilão. Por exemplo, se dois anunciantes, concorrentes entre si, tem como objetivo impactar o mesmo público dentro de determinado site, aquele que pagar mais terá uma exposição maior, mais visibilidade. Além disso, o anúncio acaba sendo mais direcionado, já que para alguns anunciantes milhões de impressões não atingem nem 1/4 do seu público devido à dispersão. Hoje é possível comprar essas impressões por perfil de consumidor, comportamento de compra, idade, localização e tantos outros filtros. Essa nova forma de comercialização é importante especialmente para estreitar a concorrência entre pequenos e grandes anunciantes.
“Esse é o primeiro ano em que o mercado tem a presença de todos os principais players mundiais", afirma Marcelo Sant´Iago, da MediaMath
A ProXXima deste ano trouxe alguns tópicos importantíssimos para elucidar melhor o assunto:

1. O que é mídia programática?
Muitas pessoas confundem isso com a compra de anúncios por meio de leilões online – conhecidos como real time bidding – mas esse é apenas um dos jeitos de se comprar anúncios de forma programática. A compra programática é realizada por meio de máquinas.

2. Por que só se fala nisso?
Lembram quando era necessário contatar um agente de viagens para reservar um quarto de hotel? Na última década, bilhões de dólares foram investidos como aposta na transição do mercado publicitário. “O que vocês estão vendo é uma mudança fundamental não só na forma como a mídia é comprada, mas como anunciantes podem melhor engajar os consumidores”, afirmou Brian Lesser, CEO global da Xaxis, braço de compra programática da WPP.

3. A mídia programática é cara?

Na verdade, pode economizar dinheiro. Por meio da automação, as transações se tornam mais eficazes, pois eliminam tarefas complexas. Ao mesmo tempo, pode envolver fornecedores que disponibilizam certos tipos de verificações e segmentações.

No mundo ideal, a tecnologia de automação dominaria tarefas de dados avançados e deixaria os humanos fazerem o que sabem melhor. “Tudo isso se trata de abrir caminhos para conversações mais humanas e criativas”, disse Todd Gordon, vice-presidente executivo de investimento na Magna Global.

4. Todos os anúncios serão automatizados?
Provavelmente não. “Não sei se alguém compraria 100% de seus anúncios por meio de programmatic porque integrações profundas de marcas e outras atividades não poderiam ser feitas desta forma”, explicou John Montgomery, CCO do GroupM Interaction. No entanto, “olhando para o futuro, a maioria da compra será realizada com programmatic”.

5. Se a mídia programática é tão legal, por que se investe tão pouco nela?

Muitos anunciantes ainda não entendem programmatic. Veem que milhões de pessoas visualizaram seus anúncios, mas não sabem em quais sites. Dizem a eles que ferramentas programáticas podem estender seus anúncios para qualquer site, mas não sabem se servem para anúncios nativos in-stream.

Neste ano, a Associação Nacional de Anunciantes realizou uma pesquisa com 153 anunciantes e constatou que somente 26% dos participantes sabem o que é mídia programática e a utilizaram.
“Na cabeça de muitos anunciantes, a compra programática é igual ao real-time bidding (Princípio de funcionamento comercial do Google Ads). Mas o RTB é a primeira geração do programmatic”, afirmou Lesser.

6. Você está falando de fraude?

A publicidade digital enfrenta um enorme problema de fraude. A indústria digital diz que está empenhada em resolver o problema, mas quase toda entidade se beneficia de alguma forma do tráfego proveniente de robôs. Os publishers lucram com isso, a performance dos compradores parece ótima, e as empresas de tecnologia são pagas para combater a questão. Na maior parte dos casos, as marcas é que acabam pagando.

7. Os publishers premium também irão adotar o programmatic?
Sim, mas aos poucos. A verdade é que os publishers têm boas razões para serem cautelosos. Se os compradores de mídia aderirem à compra programática simplesmente por ser uma alternativa mais barata para comprar anúncios, os vendedores têm pouco incentivo para entrar no jogo.

Recentemente, publishers começaram a automatizar seus acordos com anunciantes. Sob esses acordos “programáticos diretos”, um representante de vendas do publisher pode negociar com um anunciante algo que inclua inventário como anúncios na home page.

8. Serei obrigado a veicular minhas campanhas por meio do Google?

O Google realmente predomina nesse cenário, pois possui uma série de tecnologias que administram o processo de compra de publicidade. Mas existem outras: AOL, Yahoo e Adobe têm suas próprias tecnologias capazes de gerenciar todo o processo. Você pode combinar soluções de centenas de vendedores de ad-tech, de plataformas de demanda a serviços de verificação. É possível fazer uma combinação que atenda às necessidades únicas daquela marca.

9. A TV irá para o programmatic?
À medida que programas e filmes cada vez mais distribuídos pela web, a tecnologia programática chegará lá também. O Hulu experimentou vender anúncios de vídeo por meio de trocas privadas.

Mesmo alguns anúncios de TV tradicionais estão se tornando automatizados. A Comcast disponibilizou a automatização de anúncios . E a DirecTV e Dish Network vendem algum inventário de TV com a tecnologia programática.

“O que impulsiona a mídia programática são: entrega de digital e dados. Se você pensar sobre onde o display e o vídeo digital estão, é mais fácil aplicar o programmatic nesses espaços. Tenho poucas dúvidas que out-of-home, televisão e rádio seguirão o mesmo caminho”, declarou Montgomery. 

Vê-se que a mídia programática tem tudo para decolar no Brasil e se expandir para outras mídias, mas por enquanto o CENP e os anunciantes ainda pedem cautela.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Veja o que você quiser ver

A premiada Leo Burnett França criou mais uma campanha incrível. Dessa vez o cliente é a Jeep.

Usando a ilusão de ótica simples e uma ideia bacana, a agência desenvolveu peças para uma campanha francesa da marca com o slogan "Veja o que você quer ver".

Tudo pode mudar de acordo com o ângulo que se olha. Uma maneira interessante de mostrar que um ponto de vista é realmente a vista de um ponto e trazer de volta aquelas velhas memórias... lembra daquela imagem onde se via uma velhinha ou uma jovem?

Quando giramos a peça em 180º, o elefante se transforma em um cisne, a girafa, em um pinguim. E as figuras estão ali, ao mesmo tempo, no mesmo espaço, sem interferir uma com a outra. 


ad1


ad2


ad3


ad4


ad5


ad6

A campanha foi ouro em Cannes e a agência também gosta de colocar outra observação; Trata-se de uma aventura visual cheia de surpresas, que só as trilhas proporcionam, e que convida o espectador a fazer comparações entre a experiência e o conceito de possuir um veículo off-road.
“Quando se é o orgulhoso proprietário de um Jeep, sabemos que a qualquer momento você pode ir onde quiser, ver o que você quer ver. Um convite para uma agradável viagem”

terça-feira, 8 de abril de 2014

Por dentro das grandes agências

O Adnews esteve visitando as grandes agências de publicidade do Brasil para mostrar como elas são por dentro. 

A gente sabe que publicitário é criativo, quando junta com um arquiteto e um designer de interiores, o resultado só poderia ser esse: a personificação da agência em um modelo que possa ser reconhecido por clientes, fornecedores e funcionários.

Africa
Clientes: Itaú, Brahma, Vivo, entre outros.













AlmapBBDO
Clientes: Volkswagen, O Boticário, Antarctica, entre outros.








Borghi/Lowe
Clientes: Knorr, FINI, Grupo 3corações, entre outros.









DM9DDB
Clientes: Walmart, Twitter, Guaraná Antarctica, entre outros.










DPZ
Clientes: Sadia, Ovomaltine, BMW, entre outros.













JWT
Clientes: Ford, Avon, Nescau, entre outros.










Leo Burnett Tailor Made
Clientes: Samsung, Schin, Fiat, entre outros.












Lew'Lara/TBWA
Clientes: Friboi, Adidas, Cacau Show, entre outros.








Loducca
Clientes: GVT, Nextel, Red Bull, entre outros.
A imagem da agência de Celso Loducca mostra o belo prédio localizado em SP (ela é vizinha quase frontal da DM9 na Brigadeiro).



Ogilvy & Mather Brasil
Clientes: Dove, Coca-Cola, Volvo, entre outros.











Peralta
Clientes: Bacardi, Vigor, Natura, entre outros.








Propeg
Clientes: Ministério da Saúde, Ministério das Cidades, Correios, entre outros










WMcCann
Clientes: Bradesco, Seara, L'Oreal, entre outros.









A matéria é de Leonardo Araujo e você pode conferir na íntegra clicando aqui.