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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Um novo uso para outdoors

Uma iniciativa da Design Develop, da Eslováquia, quer utilizar de maneria mais funcional os outdoors. O projeto intitulado The Gregory Project prevê transformar os paineis em apartamentos para os sem-teto.


Na Eslováquia, geralmente as placas apresentam duas superfícies que criam um espaço triangular entre si. A ideia é construir pequenos apartamentos nesses espaços, com quarto, cozinha e banheiro.







O valor investido pelo anunciante ajudaria a cobrir o custo da construção. Vale considerar que as casas já seriam cabeadas, pois as placas são iluminadas.

O que você acha desse projeto? Será que funcionaria aqui no Brasil?

quinta-feira, 10 de julho de 2014

A mídia e o vexame do 7x1

Depois do 7x1 para a Alemanha, o Brasil foi alvo de chacota pelos brasileiros, argentinos... e claro, pelo mundo todo.

Exemplos bons são essas capas de jornais, que ilustram como a mídia viu o vexame.

Capa do "Clarín", de Buenos Aires, Argentina
Clarín- Buenos Aires- Brasil humilhado
Capa do "20 Minutes", de Paris, França
20 Minutes- Paris- Crucificados

Capa do "La Razón de México", da Cidade do México
La Razón de Mexico- Brasil vive seu 11 de setembro
Capa do "El Espectador", de Bogotá, na Colômbia
El Espectador- Bogotá- Golpe de Estado
Capa do "The New York Times", de Nova York, EUA
The New York Times- Gol, gol, gol, gol, gol, gol, gol: um dia sombrio para o Brasil

Capa do "Las Ultimas Notícias", de Santiago, Chile
Las Ultimas Noticias- Santiago- Jogo Ruinzinho

Capa do "Jamaica Observer", de Kingston, Jamaica
Jamaica Observer- Massacre!
E a mídia brasileira também foi vergonhosa. Os comerciais da maioria dos patrocinadores simplesmente sumiu da TV, só a Sadia manteve seu apoio (na vitória e na derrota), mas teve que deixar de lado a campanha #jogapramim, já que o apelo foi água abaixo.

"A primeira bandeira na janela. O primeiro muro pintado. A primeira camisa da sorte. A primeira virada épica. O primeiro gol inesquecível. A primeira comemoração na rua. Valeu a pena torcer. E se não deu para papar mais um título agora, nossa torcidinha tem tempo pela frente para ver o sexto, o sétimo, o oitavo... Quem tem alma de criança nunca perde por esperar. Seleção, #tamojuntinho".

Anúncio e comercial criados pela F/Nazca S&S para Sadia: voz única de apoio à seleção

Os outros 13 patrocinadores, pelo visto, não haviam previsto uma derrota. Ninguém entrou com nenhuma veiculação, preferindo usar seus espaços de cotistas para campanhas não relacionadas à Copa do Mundo. Os twitters e fan pages também não tiveram posts.

O Itaú postou uma mensagem de incentivo, mas não diretamente à seleção, às 14h da quarta-feira: "A dor é grande, mas o orgulho de ser brasileiro é maior. Estamos juntos, Brasil". E ainda teve marca que simplesmente excluiu garotos propaganda - como o Fred.

E por outro lado, marcas não patrocinadoras usaram a criatividade para manifestar o apoio ao futebol e ao povo brasileiro.





Mas vale falar que a zoeira nunca acaba quando se trata de internet. Uma avalanche de memes invadiu os perfis dos usuários brasileiros, seus whatsapps e emails. Uma melhor que a outra. Obrigada, internet.

Foto: Está explicado - http://bit.ly/VW6MJU
Tá explicado!












Foto


E sábado ainda tem Holanda pela frente. Salve-se quem puder!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Executivos preferem a mídia impressa

O Meio&Mensagem divulgou uma pesquisa que atesta que, mesmo sendo usuários ativos da internet, para os líderes e gestores de empresas, os veículos impressos ainda trazem mais credibilidade.


A pesquisa Impacto nas Mídias, realizada com 226 profissionais que ocupam cargos de liderança nas empresas brasileiras, divulgou que internet e redes sociais estão inseridas na sua rotina, mas a mídia que mais auxilia na formação de opinião e tomada de decisão continua sendo a impressa. Ou seja, para 81% mesmo com tanta informação em época de globalização digital, o que vale mesmo é a credibilidade e o diferencial da imprensa, enquanto somente 7% creem na veracidade das mídias digitais como meio de informação.

Apesar do crescimento simultâneo de mídias digital e impressa, os meios mais tecnológicos não parecem tirar o mercado das tradicionais. 70% do público lê jornais diariamente. O rádio também tem um papel importante para 81% dos entrevistados e como era de se esperar, 97% deles acessa sites de notícias com frequência. 

Dos entrevistados, 49% acreditam que é importante conciliar as duas fontes de informação, embora não substituíssem por completo os veículos impressos pelos digitais.  

Veja e Jornal Nacional são os veículos mais influentes para a opinião pública. Lauro Jardim, colunista da Veja, é um dos blogueiros mais lidos por esses líderes. Conheça aqui os veículos ou produtos que mais influenciam a opinião desses executivos:

Revistas:
Veja – 35,9%
Exame – 29,5%
Carta Capital – 8%
Piauí – 7%
Época – 3,5%
Época Negócios – 2,7%
IstoÉ Dinheiro – 2,7%
Superinteressante – 2,7%
Você S/A – 2,2%
IstoÉ – 0,9%
Outras – 4,9% 

Jornais
Folha de S.Paulo –37,2%
Estado de S.Paulo – 29,2%
Valor Econômico – 25,2%
O Globo – 4,9%
Brasil Econômico – 0,4%
Correio Braziliense – 0,4%
Outros – 2,7% 

Telejornal
Jornal Nacional (Globo) – 35%
Jornal das Dez (GloboNews) - 21,2%
Jornal da Globo (Globo) – 13,3%
Bom Dia Brasil ( Globo) – 7,5%
Jornal da Cultura (Cultura) – 6,2%
Jornal da Band (Bandeirantes) – 5,3%
Jornal Hoje (Globo) – 1,9%
Jornal da Record (Record) 0,9%
Jornal do SBT (SBT) – 0,9%
Outros – 8% 

Rádios
CBN – 54,4%
BandNews – 22,6%
Jovem Pan – 7,5%
Bandeirantes – 6,2%
Globo – 3,1%
Estadão – 2,2%
Outras – 4% 

Agências/ Sites de Notícias
Agência Estado – 23%
UOl – 23%
G1 – 14,2%
Folha – 6,6%
Reuters – 5,8%
Globo.com – 5,3%
Portal Exame – 4,9%
Bloomberg – 4,4%
Valor Online – 3,5%
Veja.com – 1,8%
R7 – 1,3%
iG – 0,4%
Outros – 5,8%

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Revistas buscam novas oportunidades

No último dia 22 a Aner (Associação Nacional de Editores de Revistas) realizou o Workshop Mercado Leitor, em São Paulo. Entre os principais objetivos do evento estavam mostrar a força do meio revista e buscar novas oportunidades de negócio.
Frederic Kachar, presidente da entidade e diretor-geral da Editora Globo falou sobre o primeiro Factbook lançado no mercado brasileiro de revistas para comprovar a importância e relevância e eficácia da revista: em 164 páginas divididas em 7 capítulo, o conteúdo da publicação aborda o comportamento e o perfil do leitor brasileiro, mostrando que eles são grandes infuenciadores e que consomem acima da média; fala dos porquês o meio é tão importante para anunciantes, seja na construção ou renovação da marca ou na decisão de compra.
Frederic Kachar
Segundo o Factbook, as revistas tem hoje quase 100 milhões de leitores, 55% mulheres. Nas classes B e C, a penetração do meio é de 47%, muito superior aos demais meios pagos. Vale ressaltar que a classe média está lendo muito mais, e com o Vale-Cultura, esse índice ainda deve subir.



Kachar destacou os principais desafios da Aner para este ano: o mercado anunciante deixou de incluir, com a mesma constância, as revistas nos planos de mídia; e o outro foco é o mercado leitor, que sofreu uma queda, especialmente no canal bancas. Outro assunto debatido foi a liberdade de expressão, que também é uma preocupação não só da Aner, mas de toda a mídia brasileira, incluindo a internet.
Ele ainda expôs toda a mudança do mundo e do mercado consumidor com as novas tecnologias e preferências, e lembrou sobre a responsabilidade que todo o mercado tem de expandir suas marcas para o máximo de meios possível. “Precisamos pensar em novos negócios além do digital. A ideia é trazer mais audiência e não pensar apenas na venda de revista – que também pode melhorar, claro”.
Bruno Tortorello, diretor-superintendente da Dinap, também esteve no evento e analisa: “O mercado está menor e continua caindo, mas está cheio de oportunidades. A ideia é investir em novas estratégias, fortalecimento das marcas, conteúdo, formato, preço e trade marketing integrado”.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Nova Campanha Veja

Criada pela AlmapBBDO, a nova campanha da revista Veja, lançada no último dia 10, mostra ao leitor que, concordando ou discordando, é impossível ficar indiferente. A assinatura da campanha endossa a ideia provocadora: "VEJA. Para não ficar indiferente".

Você já pode ouvir e ver por aí as seguintes peças: 

Spot


Anúncios impressos e digitais





Display mídia e Elemídia




Filme



Através de animação, a campanha mostra que tudo aquilo que intriga alguém, faz "Coçar a cabeça". É a chamada para você pensar, questionar, não se alienar nem ficar indiferente.
Na sustentação, esse discurso ganhará o reforço de imagens de temas polêmicos que ilustraram as capas de Veja ao longo dos anos e provocaram discussões e questionamentos de opinião entre seus 12 milhões de leitores. 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O renascimento do Rádio brasileiro

Para tentar tirar o status de “primo pobre” do meio rádio – que, apesar de ser uma das mídias de maior penetração no País, é dono de uma fatia pequena do bolo publicitário – proprietários de grandes grupos e emissoras deixaram a competitividade de lado e se uniram em um projeto para tentar incrementar a importância e as cifras dessa mídia.

No início da tarde desta sexta-feira, 6, esses executivos se reuniram na residência de Antônio Augusto de Amaral Filho, o Tutinha, proprietário da Rádio Jovem Pan, para traçar os primeiros esboços dessa força-tarefa. Foi o empresário, inclusive, que começou a disseminar entre seus colegas a necessidade de união para fortalecer o meio rádio. Com a rápida adesão dos demais líderes, o grupo já começa a planejar as primeiras ações.

“Queremos derrubar a ideia de que a audiência do rádio está caindo e que o meio é pobre. Todos os grandes sucessos musicais do País são lançados pelo rádio e as pessoas nunca vão deixar de ouvi-lo, seja em busca de entretenimento ou de informação”, resume Tutinha. Neste início, o grupo – cujo nome ainda não foi definido – conta com a participação, além da Jovem Pan, de emissoras do grupo Bandeirantes, Mix, Metropolitana, 89 FM, Gazeta, Energia 97 e outras. “Apesar dos grupos e entidades já criados para organizar o meio, nunca houve uma iniciativa como essa, que partisse dos próprios líderes das rádios e unisse todos os concorrentes”, acrescenta José Junior, diretor executivo da 89 FM.

Empresários do setor reunidos na residência de Tutinha, para celebrar a parceria

Na prática, o grupo concentrará seus esforços em três frentes. A primeira é uma grande campanha de promoção e valorização do meio, que será assinada pela AlmapBBDO. Segundo Tutinha, Marcello Serpa e José Luiz Madeira, sócios da agência, aprovaram o projeto e decidiram se engajar na causa do rádio. Diversas peças e materiais que exaltem a penetração do rádio e sua importância para os brasileiros deverão ser produzidas nos próximos meses.

Outro pilar de atuação do grupo será a execução de eventos e ações conjuntas. Os proprietários das emissoras planejam realizar um grande show, em São Paulo, que reunirá artistas da música nacional e também internacional, com duração de 12 horas. Tutinha explica que o objetivo é reverter a renda de bilheteria do evento para viabilizar novas ações em prol da fortificação do rádio.

A terceira investida será na revisão das pesquisas e processos que norteiam os trabalhos do meio. Entre os participantes do grupo, é unânime a reclamação de que as atuais pesquisas de audiência (que não consideram o consumo do meio pelas plataformas digitais) distorcem o real alcance dos veículos. Conversas com o Ibope e tentativas de viabilizar novas maneiras de aferição de audiência também estão na agenda dos profissionais.

O grupo deve voltar a se reunir no dia 26 de setembro, para traçar as primeiras etapas da campanha junto à AlmapBBDO. “Essa união de diferentes empresas do mesmo segmento é de fundamental importância para o amadurecimento e crescimento do rádio no Brasil”, resume Rodrigo Neves, presidente da Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (AESP), entidade que também apoio o novo grupo.

Fonte: Meio e Mensagem